14 de setembro de 2010

Paulo Era Judeu Fariseu Formado aos pés de Gamaliel.

Como fariseu ele:

Não tinha trato com gentios.

Vez após vez, os líderes religiosos tomavam preceitos bíblicos e os levavam a extremos. Por exemplo, a Lei mosaica promovia manter-se separado das nações, mas os rabinos pregavam uma forma de um desarrazoado desprezo por tudo o que não era judaico. Ensinavam que o judeu não devia deixar seu gado junto a uma estalagem gentia, porque os gentios “eram suspeitos de praticar bestialidade”. Não se permitia à mulher judia ajudar uma mulher gentia em trabalho de parto, porque ela assim “ajudaria a dar à luz um filho para a idolatria”. Visto que suspeitavam corretamente dos ginásios gregos, os rabinos proibiam todos os exercícios atléticos. A História prova que tudo isso fez pouco para proteger os judeus contra as crenças gentias. Na realidade, os próprios fariseus passaram a ensinar a doutrina grega, pagã, da imortalidade da alma! — Ezequiel 18:4.



Guardavam o sabado.

Êxodo 20:8-11 No entanto, a lei oral passou a definir uns 39 tipos diferentes de trabalho proibido, inclusive amarrar ou soltar um nó, fazer dois pontos de costura, escrever duas letras hebraicas, e assim por diante. Daí, cada um desses trabalhos proibidos exigia intermináveis regras adicionais. Quais os nós que eram proibidos e quais não eram? A lei oral respondia com regulamentos arbitrários. Curar era encarado como trabalho proibido. Por exemplo, era proibido entalar no sábado uma perna quebrada. O homem que tivesse dor de dente podia usar vinagre para temperar a comida, mas não podia bochechar o vinagre. Isso poderia curar o dente!

 O nome fariseus, ou peru·shím, provavelmente significava “separados”. Os fariseus consideravam-se seguidores de Moisés. Constituíam sua própria liga, ou fraternidade (em hebraico: hhavu·ráh). Para ser admitido nela, era preciso prometer perante três membros a observância estrita da pureza levítica, não se misturar com os ‛am-ha·’á·rets (a multidão inculta), e o pagamento escrupuloso dos dízimos. Marcos 2:16 menciona “os escribas dos fariseus”. Alguns deste partido eram escribas e instrutores profissionais, ao passo que outros eram leigos. — Mateus 23:1-7.

Acreditava num Deus onipresente

Os fariseus acreditavam num Deus onipresente. Argumentavam que, visto “Deus estar em toda a parte, Ele pode ser adorado tanto dentro como fora do Templo, e não devia ser invocado apenas mediante sacrifícios. Eles promoviam assim a sinagoga como lugar de adoração, de estudo e de oração, e elevavam-na a um lugar central e importante na vida do povo, rivalizando com o Templo”. — Encyclopaedia Judaica.


Acreditava numa combinação de predestinação e livre-arbítrio

Os fariseus acreditavam também numa combinação de predestinação e livre-arbítrio. Em outras palavras, “tudo é previsto, mas concede-se livre-arbítrio”. Não obstante, eles acreditavam que Adão e Eva foram predestinados a pecar, e que mesmo um pequeno corte no dedo é predeterminado.


Ab-rogação

Os fariseus afirmavam ter a autoridade de suspender ou abolir leis bíblicas. Seu argumento está refletido na máxima talmúdica: “É melhor abolir uma única lei do que esquecer toda a Tora.” Um exemplo disso foi a descontinuação do Jubileu, sob a alegação de que, por medo de perder os seus direitos na aproximação deste período, ninguém ia dar empréstimo ao pobre. — Levítico, capítulo 25.

 
As Escrituras Gregas Cristãs revelam que os fariseus jejuavam duas vezes por semana, pagavam escrupulosamente o dízimo (Mt 9:14; Mr 2:18; Lu 5:33; 11:42; 18:11, 12) e não concordavam com os saduceus que diziam “não haver nem ressurreição, nem anjo, nem espírito”. (At 23:8) Orgulhavam-se de ser justos (na realidade, autojustos) e desprezavam o povo comum.


Fora as restrições alimentares próprias dos Judeus.



O que Paulo teve que mudar para se tornar Cristão

Não guardar o sábado .


Pregar para os gentios.


Comer alimentos que antes eram inpuros.


Crer que Jesus é o messias.


Deixar uma vida de prestígio.


Não acreditar mais nos ensinamentos farisaicos.


Viver perseguido com os Cristãos.


Se achar igual aos que ele antes desprezava (os indoutos e os gentios).


Negar a Crença da obrigatoriedade da circuncisão.

Entre outras coisas...

Ou seja mudar completamente de sua religião a qual ele era zeloso. 
Acrescimo....http://all-maktub.blogspot.com.br/2011/11/mais-provas-das-escrituras-do.html

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